Sobre as lâminas
Trabalhar nas imagens de Khajuraho para o Caminho da Intimidade foi como voltar a um lugar conhecido. Quando voltamos a um lugar que já visitamos antes, atentamos aos detalhes que não havíamos percebido. Assim, algumas sensações perdem um pouco do brilho e da empolgação inicial, o que é natural, enquanto que outras ressurgem demonstrando seu real valor.
Já conhecia algumas imagens, mas pesquisar mais fundo me fez conhecer outras ainda mais fascinantes. Em dado momento, procurei suporte nos textos do livro, noutros, no som da cítara indiana. Desta pesquisa, veio a ideia das palavras em sânscrito como um adorno às imagens, notas musicais desta escrita atávica.
Finalmete, alguns filtros e a própria imagem em negativo ao fundo para fechar a gestalt, o circulo, o Tao.
Para saber mais sobre o Caminho da Intimidade
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